Às vezes escuto falas sobre deixar o bebê chorar, que vai ajudar a ficar independente.
Independente, um bebê ??? Como? Se fosse para ser assim, teríamos que nascer caminhando e falando, não acham?
Nascemos dependentes e precisamos ter a sensação de que nossas necessidades serão atendidas e que o mundo nos ama (leia-se aqui nossos pais e familiares, que é o mundo do bebê).
Se recebemos o que precisamos no começo da vida, aí sim , vamos estar transbordados de amor e confiança para avançar na independência.
Cada fase é uma necessidade, cada fase é uma mãe e um pai diferente para atender o que a criança precisa.
Claro que vamos educar para autonomia, mas essa não começa sem antes desenvolvermos a autoestima e segurança. Colo pode, beijos pode, limites também - mas desde que seja pensando em que momento que estamos educando e não porque "precisa ser independente".
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A Leoa que existe em mim
Olá,
Saiu a terceira edição da Revista Chá de Bebê , onde assino a coluna com o tema "A leoa que existe em mim."
http://issuu.com/chadebebe/docs/ed03
Saiu a terceira edição da Revista Chá de Bebê , onde assino a coluna com o tema "A leoa que existe em mim."
http://issuu.com/chadebebe/docs/ed03
A Leoa que existe em mim
Quando meu primeiro filho nasceu, vi nascer dentro de mim uma Leoa. Queria cuidar de tudo que se relacionava ao meu bebê e não gostava muito de deixá-lo no colo de outras pessoas, com exceção do meu marido. Mas esse sob minhas orientações, para não dizer “ordens”.
Poucos anos depois, nasceu meu segundo menino. Também aumentou minha “leonice” para abrigar mais um filhote. Percebi nesse momento que era impossível resolver tudo sozinha, embora às vezes tenha feito malabarismos incríveis. Como num final de tarde, pouco tempo após o parto, que fiquei sozinha e meu bebê mamava e meu filho mais velho precisou de minha ajuda. Sem interromper a amamentação, atendi aos dois. Já que mães aprendem a utilizar maravilhosamente bem apenas uma das mãos, proesas que aprendemos com a maternidade.
Os bebês precisam de mães Leoas, que os defendam com unhas e dentes, que queiram aconchegá-los em seu ninho e consigam resolver suas necessidades. O que gostaria de chamar a atenção é para que essa “leonice” não ultrapasse o que de fato o bebê precisa. Que dê espaço para o pai ser do seu jeito, fazer seus acertos e erros , ter seu tempo de aprender com seu filhote. Aspectos que são importantes para a criança perceber as diferenças das pessoas, das relações e possa escolher com quem contar em diferentes momentos. Isso amplia suas possibilidades de ter referências diferentes e ajuda a ver que a mesma situação pode ser resolvida de formas distintas. Vocês já viram como não é nada parecido o jeito que o pai e a mãe trocam as fraldas do bebê? Ou atendem ao choro e brincam com ele?
A “Leonice” também pode dar trégua e deixar outras pessoas entrarem nos cuidados do filhote, avós, parentes, amigos. Os pequenos ao sentirem-se seguros desse grande amor e proteção felinos, ficam mais tranqüilos em se aventurar com outras pessoas e conhecer mais do mundo, nem que seja do parque , quando ainda são pequenos. Dessa forma a proteção materna não se torna uma barreira e sim transforma-se em segurança interna na criança. Sendo que esse processo é com respeito a cada etapa de desenvolvimento da criança, sem quere apressar sua independência antes da hora.
Enfim, hoje continuo com meu lado felino. Mas de olho atento para que eu consiga perceber qual momento devo entrar em ação e qual devo recuar à medida que meus filhotes crescem. Sei que antes que eu mesma perceba, estarão lindos leões passeando por aí, sem precisar de uma mãe leoa tão próxima sempre, mas feliz que eles aprendam a ir e voltar utilizando suas habilidades de brincar e sorrir muito nesta vida!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Revista Chá de Bebê
Este ano fui convidada para fazer parte da equipe editorial da Revista Chá de Bebê da Editora Santa, com direção de Thaís Almeida. Foi uma novidade incrível, começar uma nova atividade junto com a revista e compartilhar ideias com profissionais como a pedagoga Bianca Velloso, a obstetra Eunice Velloso e a jornalista Alissa Azambuja.
Estamos caminhando para o lançamento da terceira edição, que é sempre trimestral e gratuita e gostaria de mostrar a minha coluna, que foi na edição anterior.
Estamos caminhando para o lançamento da terceira edição, que é sempre trimestral e gratuita e gostaria de mostrar a minha coluna, que foi na edição anterior.
Filosofia da aeromoça"Em caso de despressurização, as máscaras cairão automaticamente e, atenção, deve-se colocá-las primeiro em nós e depois na pessoa ao lado, mesmo que seja uma criança". Essa orientação da aeromoça em relação às máscaras de oxigênio sempre me incomodou. Não entendia a razão de primeiro atender a mim mesma e não alguém que poderia precisar de ajuda.Depois de me tornar mãe, o incômodo ficou maior: “como colocar a máscara em mim e não no meu filho primeiro"??? Afinal, as mães, de um modo geral, primeiro atendem as necessidades dos seus filhos e depois as suas. Primeiro alimentam seus filhos, depois se alimentam (quando sobra tempo), atrasam seu próprio banho e outras necessidades, deixam de lado suas atividades físicas, pois de fato estão mais focadas em atender seu bebê.Aqui estamos falando de necessidades bem primárias, poderíamos citar muitas outras, como as necessidades sociais - de conversar com amigos -, as necessidades de relacionamento conjugal, de lazer, cultura etc.Para a sobrevivência e desenvolvimento emocional desse pequeno ser é fundamental que a mãe o priorize. Estar atenta aos choros e necessidades do seu filho garante o conforto e amor que ele tanto precisa.Mas, o que isso tem a ver com a aeromoça? A pequena analogia começa quando as mães continuam indefinidamente a atender as demandas do seu filho e esquecem as suas por mais tempo do que a criança precisa.De forma bem simples, podemos pensar em uma mãe que vai amamentar com fome ou sede. As mães têm muita força e aguentam isso, porém, com o tempo podem ficar mais cansadas e enfraquecidas. E isso não será bom para ela, muito menos para seu bebê. Aqui é útil lembrar da aeromoça e prestar mais atenção às nossas necessidades, básicas ou complexas, pois a mãe que se cuida terá mais ânimo, alegria e ternura para cuidar do seu filho.Finalmente, depois de perceber que estava deixando de me cuidar adequadamente, entendi as razões do alerta da aeromoça. Passei a me alimentar melhor e com o crescimento dos meus filhos, pude ver que podia aumentar também a atenção comigo mesma. Hoje vejo que não só eu ganhei em energia e alegria, mas eles também, pois têm uma mãe que está aprendendo que olhar mais para si não impede de tê-los ainda como sua prioridade.Cuidar-se é também uma forma de cuidar do seu filho. E boa viagem!!!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Saúde e bem-estar da gestante no trabalho – alívio e prevenção de dores e incômodos comuns na gravidez
Saúde e bem-estar da gestante no trabalho – alívio e prevenção de dores e incômodos comuns na gravidez
O perfil da mulher grávida nesses tempos modernos mudou. A mulher hoje busca um posicionamento e carreira profissional para depois estabelecer o vínculo com a maternidade. A média de idade que temos hoje é de 35 anos para a gestante.
Com essa mudança a mulher tem que se preocupar mais com sua saúde para que seu bebê também seja o mais saudável possível. As mulheres nessa faixa etária já se encontram com o peso mais elevado e também sedentárias.
A personal gestante Gizele Monteiro, idealizadora do programa de exercícios Mais Vida Gestantes e autora do Guia prático de exercícios para gestantes, que ajuda a mamãe a se manter em forma, pensa também no seu bem-estar durante a sua rotina de trabalho e propõe cuidados para alívio de desconfortos que são
comuns devido às alterações corporais que irão acontecer.
“Os exercícios são direcionados para prevenção e alívio de desconfortos como dores nas costas, prevenção de inchaço e dores nos pés e alívio de tensão muscular e estresse”, diz a personal.
Para isso ela propõe exercícios fáceis e rápidos para as mamães fazerem.
Exercícios de alongamento direcionados para:
Região de ombros e pescoço
Região de ombros e pescoço
a. ombros para trás - realizar movimentos circulares lentos e amplos dos ombros - respiração contínua, tranquila e controlada. Esses movimentos podem ajudar a reorganizar a postura e também promover alívio da tensão.
Região do quadril e pernas
Região do quadril e pernas
b. sentada na cadeira - estender uma das pernas a frente e projetar levemente o tronco na direção. O tronco deve se manter alinhado, acionando os músculos das costas para se manter ereta. O movimento dever ser em amplitude confortável, sem dor. Aproveite para movimentar os pés para frente e para trás.
“O simples fato de parar, sentar confortavelmente e espreguiçar direcionando movimentos da coluna para várias direções já produz uma sensação de relaxamento. Movimentações suaves conduzindo o ombro em círculos para trás também reorganizam a postura dando sensação de alívio de alinhamento”, diz Gizele.
Massagem com bolinha de borracha na região das costas - ombros e quadril.
“A massagem com bolinha pode ser executada com movimentos circulares lentos e com leve pressão por toda a região lateral da coluna, desde cima até o quadril. Aproveite e faça um pouco também no quadril. Caso não haja ninguém para ajudá-la, a gestante pode sentar numa cadeira e realizar pressão suave contra a bolinha. O único inconveniente é que "ela" irá direcionar a bolinha com a mão, pegando e colocando no ponto em que desejar. Mas a sensação de alívio compensa isso”, explica a personal gestante.
“A massagem com bolinha pode ser executada com movimentos circulares lentos e com leve pressão por toda a região lateral da coluna, desde cima até o quadril. Aproveite e faça um pouco também no quadril. Caso não haja ninguém para ajudá-la, a gestante pode sentar numa cadeira e realizar pressão suave contra a bolinha. O único inconveniente é que "ela" irá direcionar a bolinha com a mão, pegando e colocando no ponto em que desejar. Mas a sensação de alívio compensa isso”, explica a personal gestante.
Promove grande alívio de dores e tensões comuns ao final da gravidez pelo• peso e alterações posturais;
Para o ombro, basta circular a bolinha sobre ele, com pressão suave,• promove grande alívio da tensão nessa região.
Massagem com bolinha de borracha nos pés - ajuda a evitar dores e inchaço nos pés.
Para o ombro, basta circular a bolinha sobre ele, com pressão suave,• promove grande alívio da tensão nessa região.
Massagem com bolinha de borracha nos pés - ajuda a evitar dores e inchaço nos pés.
a. sentada numa cadeira ou em pé, realizar a pressão da bolinha com um dos pés. Passe por todo o arco do pé, calcanhares e ponta dos pés.
“Devido o aumento do peso e também a alteração do centro de gravidade, os pés são bastante sobrecarregados, principalmente ao final da gestação. Ajuda bastante também a evitar os inchaços se a gestante se movimentar - levantar e andar várias vezes ao dia."
Assessoria de Imprensa e Comunicação:
Andrea Feliconio - www.andreafeliconio.com.br
Fones: 11-2309-4144 | 9144-9663.
E-mail: andrea@andreafeliconio.com.br.
Assessoria de Imprensa e Comunicação:
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E-mail: andrea@andreafeliconio.com.br.
Marcadores:
atividade física,
cuidados com a mãe,
gravidez,
mulher
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Cólicas: como ajudar o seu bebê
Toda mãe que já teve seu bebezinho chorando com cólicas sabe
como é difícil não saber como acalmá-lo.
A cólica é uma dor intestinal que faz com que o bebê chore
de forma constante e suas pernas mexam-se de forma ritmada. Felizmente nem todos os bebês sofrem de
cólicas e para os que tem, a mesma termina em torno dos 2 ou 3 meses
naturalmente.
As cólicas geralmente aparecem em horários específicos,
geralmente no final da tarde ou de noite, coincidindo como os momentos em que a
mãe já está mais cansada. Vamos ver algumas dicas para ajudar o seu bebê nessas
horas:
1-dar um banho morninho,
2- colocar o bebê com a barriga encostada na sua barriga
para gerar o efeito de uma compressa natural,
3- fazer massagem com pouca pressão na barriguinha no
sentido horário para ajudar a soltar os gases,
4- dobrar as perninhas (“bicicleta”) encostando os joelhos
na barriguinha de forma a soltar os
gases,
5- coloque seu bebê de bruços no seu colo, assim aquece a
barriga e ajuda na saída dos gases,
6- procure ajuda nesses momentos para conseguir manter-se
calma e poder acalmar o bebê.
Procure ficar tranqüila e ter em mente que a cólica tem data
para terminar. Ficar junto com seu bebê, mesmo que ele esteja chorando, vai
ajudá-lo a sentir-se seguro de seu
carinho e compreensão.
Texto elaborado por: Juliana Sell do Apoio Materno
Contato: apoiomaterno@gmail.com
/
www.apoiomaterno.blogspot.com
/ www.gestamaes.com.br
Referência bibliográfica:
Pós-parto e Amamentação
Carvalho, Marcus Renato e
Vitória Pamplona
Ágora
Filhos: da gravidez aos 2 anos de idade
Organizadores: Fabio A Lopez e Dioclécio C Jr
Manole
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Título: LAURA GUTMAN NO BRASIL - EU VOU!
Pela primeira vez no Brasil, Laura Gutman estará em Florianópolis dia 01/09 e em São Paulo dia 02/09 para o seminário "O poder do discurso materno".
É autora de livros como "A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra", "Crianza, violencias invisibles y adicciones" e "La revolución de las madres", que exploram o universo da maternidade, os vínculos familiares e as dinâmicas violentas aos quais os seres humanos estão submetidos.
Desde 1996, formou mais de 300 educadores, médicos e profissionais em geral, objetivando construir uma nova visão acerca do problema da violência social e oferecer ferramentas concretas para assumir, com maios consciência, o trabalho que compete a cada um de nós na criação de um mundo menos violento e mais humano.
O seminário terá duração de 4 horas e é dirigido a mães, pais, professores, educadores, psicólogos, psicopedagogos, assistentes sociais, profissionais da saúde, profissionais das ciências humanas e todos aqueles que desejam contribuir para um mundo mais amável.
Mais informações em www.lauragutmannobrasil.blogspot.com.
Pela primeira vez no Brasil, Laura Gutman estará em Florianópolis dia 01/09 e em São Paulo dia 02/09 para o seminário "O poder do discurso materno".
É autora de livros como "A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra", "Crianza, violencias invisibles y adicciones" e "La revolución de las madres", que exploram o universo da maternidade, os vínculos familiares e as dinâmicas violentas aos quais os seres humanos estão submetidos.
Desde 1996, formou mais de 300 educadores, médicos e profissionais em geral, objetivando construir uma nova visão acerca do problema da violência social e oferecer ferramentas concretas para assumir, com maios consciência, o trabalho que compete a cada um de nós na criação de um mundo menos violento e mais humano.
O seminário terá duração de 4 horas e é dirigido a mães, pais, professores, educadores, psicólogos, psicopedagogos, assistentes sociais, profissionais da saúde, profissionais das ciências humanas e todos aqueles que desejam contribuir para um mundo mais amável.
Mais informações em www.lauragutmannobrasil.blogspot.com.
Atividades de Julho 2012
Neste mês de julho preparamos uma programação de workshops para gestantes/casal e mães/bebês.
Para participar é necessário inscrição pelo nosso e-mail: gestamaes@gmail.com. Esperamos por vocês !
Workshops Gesta Mães:
Programação de julho 2012 Para Gestantes
1. Parto Ativo: 13 de julho
2. Cuidados no pós parto e amamentação: 20 de julho
Carga horária de cada: 3hs
Local: Espaço Equilibrio - Porto da Lagoa
Para Mães e Bebês - gestantes também podem participar -
Shantala: 5 de julho
- Atividades lúdicas com o bebê: 12 de julho
- Orientações sobre o desenvolvimento e
cuidados emocionais do bebê: 19 de julho
Carga horária de 2 h e 30
Local: Comunidade Gestáltica - Centro
Para participar é necessário inscrição pelo nosso e-mail: gestamaes@gmail.com. Esperamos por vocês !
Workshops Gesta Mães:
Programação de julho 2012 Para Gestantes
1. Parto Ativo: 13 de julho
2. Cuidados no pós parto e amamentação: 20 de julho
Carga horária de cada: 3hs
Local: Espaço Equilibrio - Porto da Lagoa
Para Mães e Bebês - gestantes também podem participar -
Shantala: 5 de julho
- Atividades lúdicas com o bebê: 12 de julho
- Orientações sobre o desenvolvimento e
cuidados emocionais do bebê: 19 de julho
Carga horária de 2 h e 30
Local: Comunidade Gestáltica - Centro
Marcadores:
amamentação,
bebê,
brincadeira,
curso,
grupo mães,
parto
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Olá,
Essa semana do Dia das Mães fui convidada para 3 entrevistas, abaixo consegui o link de duas. Uma no programa Vida e Saúde e a outra no Jornal do Almoço, ambos da RBS SC:
Vida e Saúde - RBS TV - 12/05/2012
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=251889&channel=47
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=251885&channel=47
Jornal do Almoço - RBS TV - 12/05/2012
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=251906&channel=47
Beijos
quinta-feira, 15 de março de 2012
Consumismo e infância
Olá,
O Instituto Alana traz muitas informações sobre canais e programas de televisão que ultrapassam os limites de propaganda infantil.
Vale a pena conferir e verificar o que está sendo feito para proteger nossas crianças do excesso de consumismo.
Bjos.
Site: www.alana.org.br
O Instituto Alana traz muitas informações sobre canais e programas de televisão que ultrapassam os limites de propaganda infantil.
Vale a pena conferir e verificar o que está sendo feito para proteger nossas crianças do excesso de consumismo.
Bjos.
Site: www.alana.org.br
quarta-feira, 7 de março de 2012
Teste da Violência Obstétrica - Dia Internacional da Mulher - Blogagem Coletiva
Amanhã é o Dia Internacional da Mulher e para marcar esta data, três mulheres blogueiras e ativistas criaram o Teste da Violência Obstétrica.
O dia foi criado por conta da violência absurda contras as mulheres que teve seu marco no incêndio criminoso numa fábrica em Nova Iorque em 1857. Morreram cerca de 130 tecelãs que estavam de greve lutando pelos seus direitos. Somente em 1975 que esta data foi oficializada pela ONU.
Parece tudo distante, longe no tempo e no espaço geográfico. Infelizmente não é. Atualmente, mesmo com tanta evolução tecnológica e discussões sobre humanização, é comum encontrarmos relatos de mulheres que sofreram violência obstétrica. Uma violência silenciosa que tem poucos ouvidos que queiram ouvir, pois temos ainda a cultura do "Poder do jaleco branco", onde os profissionais da saúde são autorizados a tratar as pessoas da forma como desejarem sem levarem em consideração que são servidores e não donos do saber.
Por conta disso Ligia Moreiras Sena, Fernanda Andrade Café e Ana Carolina Franzon se uniram para a pesquisa em questão e pedimos a colaboração de todas que queiram contribuir com suas histórias para que se faça uma nova história de parto no Brasil e no mundo.
Parabéns mulheres!!!
"Muito obrigada por apoiar essa ação em defesa do respeito às mulheres e da melhoria da qualidade da assistência ao parto no Brasil. Somente vamos conseguir mudar esse panorama se estivermos juntos."
Ligia Moreiras Sena, Fernanda Andrade Café e Ana Carolina Franzon
Blogs: Cientista Que Virou Mãe, Mamíferas e Parto no Brasil
O dia foi criado por conta da violência absurda contras as mulheres que teve seu marco no incêndio criminoso numa fábrica em Nova Iorque em 1857. Morreram cerca de 130 tecelãs que estavam de greve lutando pelos seus direitos. Somente em 1975 que esta data foi oficializada pela ONU.
Parece tudo distante, longe no tempo e no espaço geográfico. Infelizmente não é. Atualmente, mesmo com tanta evolução tecnológica e discussões sobre humanização, é comum encontrarmos relatos de mulheres que sofreram violência obstétrica. Uma violência silenciosa que tem poucos ouvidos que queiram ouvir, pois temos ainda a cultura do "Poder do jaleco branco", onde os profissionais da saúde são autorizados a tratar as pessoas da forma como desejarem sem levarem em consideração que são servidores e não donos do saber.
Por conta disso Ligia Moreiras Sena, Fernanda Andrade Café e Ana Carolina Franzon se uniram para a pesquisa em questão e pedimos a colaboração de todas que queiram contribuir com suas histórias para que se faça uma nova história de parto no Brasil e no mundo.
Parabéns mulheres!!!
"Muito obrigada por apoiar essa ação em defesa do respeito às mulheres e da melhoria da qualidade da assistência ao parto no Brasil. Somente vamos conseguir mudar esse panorama se estivermos juntos."
Ligia Moreiras Sena, Fernanda Andrade Café e Ana Carolina Franzon
Blogs: Cientista Que Virou Mãe, Mamíferas e Parto no Brasil
terça-feira, 6 de março de 2012
Prevenção de Acidentes de crianças de 0 a 14 anos
Olá,
Estou fazendo um curso de prevenção de acidentes de crianças de 0 a 14 anos e gostaria de divulgar para todas as famílias.
A ONG Criança Segura oferece cursos gratuitos e on-line, basta entrar no site e inscreve-ser. Procurem no www.criancasegura.org. Toda informação é importante para quem tem criança por perto.
Beijos.
Estou fazendo um curso de prevenção de acidentes de crianças de 0 a 14 anos e gostaria de divulgar para todas as famílias.
A ONG Criança Segura oferece cursos gratuitos e on-line, basta entrar no site e inscreve-ser. Procurem no www.criancasegura.org. Toda informação é importante para quem tem criança por perto.
Beijos.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Relatos de Nascimento: Encontro Gratuito
Convite para Grávidas e Mães com Bebês: Dia 3 de março de 2012, sábado das 10h às 12h
Este é um encontro mensal e gratuito que acontece há mais de 2 anos em Florianópolis. Neste mês nosso encontro se dará a partir dos relatos de nascimento de recém mamães e papais que estarão presentes, abrindo espaço para questões e informações.
Local: Espaço Equilibrio- Knussen,80- Porto da Lagoa
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
Favor confirmar presença pelo email ou telefone, temos vagas limitadas.
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: ana@mahadevi.com.br (48) 9633 9930
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com (48) 9183 0250
Este é um encontro mensal e gratuito que acontece há mais de 2 anos em Florianópolis. Neste mês nosso encontro se dará a partir dos relatos de nascimento de recém mamães e papais que estarão presentes, abrindo espaço para questões e informações.
Local: Espaço Equilibrio- Knussen,80- Porto da Lagoa
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
Favor confirmar presença pelo email ou telefone, temos vagas limitadas.
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: ana@mahadevi.com.br (48) 9633 9930
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com (48) 9183 0250
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Gesta Mães: nasce uma parceria
Gesta Mães nasceu para proporcionar às gestantes/casais e mães de bebês até o primeiro ano de vida grupos de troca, informação e apoio.
Gestamães é a união de duas profissionais, Ana Trevisan e Juliana Sell que realizam atividades com gestantes e mães com bebês nas áreas de atendimento psicológico, acompanhamento terapêutico, encontros educativos, yoga e orientação em amamentação.
Nosso foco principal é a prevenção e a promoção em saúde na gravidez, parto e pós parto, pois, sabemos da importância deste momento de vida, da grande transformação individual e familiar que ocorre.
Num ambiente acolhedor buscamos alcançar nosso foco através de encontros que possibilitem troca de saberes entre as (os) participantes, vivências, informações atualizadas, orientações de cunho prático e subjetivo.
Vejam no site os horários dos grupos de gestantes e mães: www.gestamaes.com.br
Esperamos vocês !!!
Gestamães é a união de duas profissionais, Ana Trevisan e Juliana Sell que realizam atividades com gestantes e mães com bebês nas áreas de atendimento psicológico, acompanhamento terapêutico, encontros educativos, yoga e orientação em amamentação.
Nosso foco principal é a prevenção e a promoção em saúde na gravidez, parto e pós parto, pois, sabemos da importância deste momento de vida, da grande transformação individual e familiar que ocorre.
Num ambiente acolhedor buscamos alcançar nosso foco através de encontros que possibilitem troca de saberes entre as (os) participantes, vivências, informações atualizadas, orientações de cunho prático e subjetivo.
Vejam no site os horários dos grupos de gestantes e mães: www.gestamaes.com.br
Esperamos vocês !!!
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Convite para Grávidas e Mães com Bebês: Encontro aberto e gratuito
Convite para Grávidas e Mães com Bebês: Encontro aberto e gratuito
Bebê:
Cuidados Práticos e Emocionais
“As principais coisas que uma mãe faz com o bebê não podem ser feitas através de palavras. (...) Há um tipo de necessidade sutil, que só o contato humano pode satisfazer.” Winnicott [Os bebês e suas mães]
Dia 4 de fevereiro de 2012, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
Favor confirmar presença pelo email ou telefone.
www.mahadevi.com.br e apoiomaterno.blogspot.com
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9183 0250
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
Bebê:
Cuidados Práticos e Emocionais
“As principais coisas que uma mãe faz com o bebê não podem ser feitas através de palavras. (...) Há um tipo de necessidade sutil, que só o contato humano pode satisfazer.” Winnicott [Os bebês e suas mães]
Dia 4 de fevereiro de 2012, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
Favor confirmar presença pelo email ou telefone.
www.mahadevi.com.br e apoiomaterno.blogspot.com
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9183 0250
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Férias: visita em Santo Antônio em Florianópolis
Depois da lista de atividades de férias, vamos ver algumas fotos para dar um "gostinho" dos locais. Naqueles que eu visitar, vou postar por aqui.
Foto da praia em Santo Antônio de Lisboa. Local gostoso para as crianças correrem na areia e os pais curtirem um final de tarde. Muitas opções de bares, restaurantes, sorvetes e cafés. Algumas lojas de artesanato que vale a visita pela beleza dos objetos típicos. Sinta-se um turista !
O mar está avaliado em "impróprio para banho", uma pena. Mas ainda assim é um bom passeio. em frente a Igreja tem uma pequena praça com brinquedos.
Seguindo em frente, na ponta de Sambaqui, tem uma área com bancos em frente ao mar. Lindo demais !
Até o próximo passeio.
Foto da praia em Santo Antônio de Lisboa. Local gostoso para as crianças correrem na areia e os pais curtirem um final de tarde. Muitas opções de bares, restaurantes, sorvetes e cafés. Algumas lojas de artesanato que vale a visita pela beleza dos objetos típicos. Sinta-se um turista !
O mar está avaliado em "impróprio para banho", uma pena. Mas ainda assim é um bom passeio. em frente a Igreja tem uma pequena praça com brinquedos.
Seguindo em frente, na ponta de Sambaqui, tem uma área com bancos em frente ao mar. Lindo demais !
Até o próximo passeio.
Dica de passeio nas férias (Florianópolis)
Esta semana reclamei da falta de locais em Florianópolis para levar as crianças passear que não seja praia. Gostaria de mais parques, museus, bibliotecas etc. Como postei numa rede de mães da cidade, vieram algumas sugestões.
Então abaixo vai uma pequena lista de nossas ideias para passeios:
1- Projeto TAMAR na Barra da Lagoa
2- Passeio na Costa da Lagoa de barco
3- Barca dos Livros (em mudança para o LIC)
4- SESC de Cacupé
5- Dunas da Joaquina, Lagoa e Campeche
6- Parque Ecológico do Córrego Grande
7- Parque de Coqueiros
8- Passeio pela orla de Santo Antônio e Sambaqui
9- Exposição de Dinassauros no Floripa Shopping (pago)
10- Exposição gratuita da CowParade no Shopping Beira-mar ( de 26/01 a 08/02)
11- Praça XV de Novembro e Palácio Cruz e Souza no centro
12- Lagoa da Conceição: ao final da rua do Sol da Terra, tem um campo de grama na beira da lagoa, bem gostoso para um piquenique
13- Parquinhos ao ar livre ( praça dos Bombeiros, Estreito, Santo Antônio, Itacorubi etc ) , embora nem todos estejam com os brinquedos em bom estado.
14- Atividade de arvorismo no Shopping Iguatemi (pago)
15- Museu do CIC
16- Calçadão em Jurerê Internacional - brinquedos de plástico para crianças pequenas e ciclovia nas proximidades
17- Atividades de arte e cultura no espaço Reverbera (pago), ao lado do Shopping Iguatemi
18- Beira-mar: atividades do "Floripa Tem", com parede de escalada, bicicletas gratuitas para empréstimo, além de toda possibilidade de passear ao ar livre e de ter brinquedos doidos no estilo de aparelhos de ginástica, mas próprios para crianças
Mais sugestões? Enviem para apoiomaterno@gmail.com
Beijos e bom passeio !!
Então abaixo vai uma pequena lista de nossas ideias para passeios:
1- Projeto TAMAR na Barra da Lagoa
2- Passeio na Costa da Lagoa de barco
3- Barca dos Livros (em mudança para o LIC)
4- SESC de Cacupé
5- Dunas da Joaquina, Lagoa e Campeche
6- Parque Ecológico do Córrego Grande
7- Parque de Coqueiros
8- Passeio pela orla de Santo Antônio e Sambaqui
9- Exposição de Dinassauros no Floripa Shopping (pago)
10- Exposição gratuita da CowParade no Shopping Beira-mar ( de 26/01 a 08/02)
11- Praça XV de Novembro e Palácio Cruz e Souza no centro
12- Lagoa da Conceição: ao final da rua do Sol da Terra, tem um campo de grama na beira da lagoa, bem gostoso para um piquenique
13- Parquinhos ao ar livre ( praça dos Bombeiros, Estreito, Santo Antônio, Itacorubi etc ) , embora nem todos estejam com os brinquedos em bom estado.
14- Atividade de arvorismo no Shopping Iguatemi (pago)
15- Museu do CIC
16- Calçadão em Jurerê Internacional - brinquedos de plástico para crianças pequenas e ciclovia nas proximidades
17- Atividades de arte e cultura no espaço Reverbera (pago), ao lado do Shopping Iguatemi
18- Beira-mar: atividades do "Floripa Tem", com parede de escalada, bicicletas gratuitas para empréstimo, além de toda possibilidade de passear ao ar livre e de ter brinquedos doidos no estilo de aparelhos de ginástica, mas próprios para crianças
Mais sugestões? Enviem para apoiomaterno@gmail.com
Beijos e bom passeio !!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Desmame natural: quando será a hora certa para deixar de amamentar?
Recentemente saiu, numa revista de grande tiragem para pais, algumas informações sobre o desmame. No entanto existem outras formas mais naturais, que seguem uma outra visão sobre aleitamento materno.
Vistando o blog www.comunidadeams.wordpress.com , graças a uma conversa em uma das redes de aleitamento que participo, vi esta postagem e fui autorizada por Simone de Carvalho a reproduzir aqui, cuja fonte primeira está abaixo do artigo.
Vale a pena ler e pensar qual a melhor forma para seu bebê.
Boa leitura!
Desmame natural: quando será a hora certa para deixar de amamentar?
Dentre todos os mamíferos, certamente, nossos bebês são os que mais necessitam de atenção e cuidados. Na espécie humana o fim do aleitamento materno não é determinado somente por fatores genéticos e pelo instinto. A amamentação na espécie humana é fortemente influenciada por múltiplos fatores socioculturais. Hoje, diferente do que ocorreu ao longo da evolução da espécie humana, a mulher tornou-se livre para optar (ou não) pela amamentação e decidir por quanto tempo vai (ou pode) amamentar. Apesar desta liberdade a mulher ainda enfrenta conflitos uma vez que a sociedade já apresenta uma expectativa do que deve ser feito.
O desmame materno ocorre quando se cessa completamente o aleitamento. É um processo que faz parte da evolução da mulher como mãe e do desenvolvimento da criança. Nessa lógica, o desmame deveria ocorrer naturalmente, na medida em que a criança vai adquirindo competências para tal.
No desmame natural a criança se autodesmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes de um ano. Costuma ser gradual, mas às vezes pode ser súbito, como, por exemplo, em uma nova gravidez da mãe (a criança pode estranhar o gosto do leite, que se altera, e o volume, que diminui).
Como a mãe pode ajudar no desmame?
A mãe pode participar do processo ativamente, sugerindo passos quando a criança estiver pronta para aceitá-los e impondo limites adequados à idade.
Veja alguns sinais que indicam que a criança está madura para o desmame:
Idade maior que um ano;
Menos interesse nas mamadas;
Aceita variedade de outros alimentos;
É segura na sua relação com a mãe;
Aceita outras formas de consolo;
Aceita não ser amamentada em certas ocasiões e local;
Às vezes dorme sem mamar no peito;
Mostra pouca ansiedade quando encorajada a não amamentar;
Às vezes prefere brincar ou fazer outra atividade com a mãe em vez de mamar.
O desmame natural é menos estressante para a mãe e para a criança. O desmame abrupto, deve ser desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode sentir-se rejeitada pela mãe gerando insegurança e, muitas vezes, rebeldia. A mãe também pode ter problemas com o desmame abrupto como ingurgitamento mamário e mastite, além de tristeza ou depressão, e luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.
Se você ainda não está segura que chegou a hora de fazer o desmame vale a pena esperar.
FONTE: Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Ministério da Saúde, 2009. Cadernos de Atenção Básica, n. 23
Vistando o blog www.comunidadeams.wordpress.com , graças a uma conversa em uma das redes de aleitamento que participo, vi esta postagem e fui autorizada por Simone de Carvalho a reproduzir aqui, cuja fonte primeira está abaixo do artigo.
Vale a pena ler e pensar qual a melhor forma para seu bebê.
Boa leitura!
Desmame natural: quando será a hora certa para deixar de amamentar?
Dentre todos os mamíferos, certamente, nossos bebês são os que mais necessitam de atenção e cuidados. Na espécie humana o fim do aleitamento materno não é determinado somente por fatores genéticos e pelo instinto. A amamentação na espécie humana é fortemente influenciada por múltiplos fatores socioculturais. Hoje, diferente do que ocorreu ao longo da evolução da espécie humana, a mulher tornou-se livre para optar (ou não) pela amamentação e decidir por quanto tempo vai (ou pode) amamentar. Apesar desta liberdade a mulher ainda enfrenta conflitos uma vez que a sociedade já apresenta uma expectativa do que deve ser feito.
O desmame materno ocorre quando se cessa completamente o aleitamento. É um processo que faz parte da evolução da mulher como mãe e do desenvolvimento da criança. Nessa lógica, o desmame deveria ocorrer naturalmente, na medida em que a criança vai adquirindo competências para tal.
No desmame natural a criança se autodesmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes de um ano. Costuma ser gradual, mas às vezes pode ser súbito, como, por exemplo, em uma nova gravidez da mãe (a criança pode estranhar o gosto do leite, que se altera, e o volume, que diminui).
Como a mãe pode ajudar no desmame?
A mãe pode participar do processo ativamente, sugerindo passos quando a criança estiver pronta para aceitá-los e impondo limites adequados à idade.
Veja alguns sinais que indicam que a criança está madura para o desmame:
Idade maior que um ano;
Menos interesse nas mamadas;
Aceita variedade de outros alimentos;
É segura na sua relação com a mãe;
Aceita outras formas de consolo;
Aceita não ser amamentada em certas ocasiões e local;
Às vezes dorme sem mamar no peito;
Mostra pouca ansiedade quando encorajada a não amamentar;
Às vezes prefere brincar ou fazer outra atividade com a mãe em vez de mamar.
O desmame natural é menos estressante para a mãe e para a criança. O desmame abrupto, deve ser desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode sentir-se rejeitada pela mãe gerando insegurança e, muitas vezes, rebeldia. A mãe também pode ter problemas com o desmame abrupto como ingurgitamento mamário e mastite, além de tristeza ou depressão, e luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.
Se você ainda não está segura que chegou a hora de fazer o desmame vale a pena esperar.
FONTE: Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Ministério da Saúde, 2009. Cadernos de Atenção Básica, n. 23
Férias !!
Férias, crianças em casa, tem dias de praia, mas nem sempre se está por perto de uma.
E o que inventar em casa?
Algumas ideias, já experimentadas, para crianças de idades variadas.
- argila: crianças pequenas adoram fazer atividades de bater, furar, rasgar a massa; não espere um "Rodin" se seu filho ou filha for pequeno. O que eles gostam é manipular e conhecer a argila, poder colocar a sua força sem que provoque qualquer dano, eis o brinquedo ideial para isso.
Os maiores vão gostar de fazer objetos, bonecos, animais e ver sua obra apreciada.
Estimule a livre expressão, não existe certo ou errado, mostre que podem bater, furar, destruir -se quiserem - pois depois é só recomeçar de novo.
Materiais sugeridos: colher para furar, tesoura sem ponta (para aqueles que já estão acostumados a manipular, palitos de picolé, martelo de plástico ou madeira, um pote com água para amolecer e ajudar a moldar as formas.
- brinquedos de sucata: quando a criança ainda é pequena, podemos fazer um brinquedo de sucata para ela conhecer e descobrir essa nova possibilidade, mais tarde ela mesma fará sozinha, no começo com ajuda, depois pode desenvolver por conta própria - mesmo que goste da nossa companhia.
Ideias: caminhão de caixas com rodas de tampas de garrafas, móbiles de caixinhas pintadas ou objetos pequenos, ônibus de caixa de ovos, bonecos de embalagem de pet, casinha de caixas pequenas e grandes, cabaninha com caixas grandes (em lojas eles podem fornecer), carrinho de caixa de papelão para entrar (em supermercados)etc.
As cabanas e carros que a crianças pode entrar, é bem interessante a participação mesmo de crianças bem pequenas, que podem pintar , desenhar ou fazer colagens nas caixas para enfeitá-las. Brincadeira garantida !
Materiais sugeridos: caixas de papelão de diversos tamanhos, tampas de garrafas (cuidado se tiver criança pequena que pode colocar na boca e engolir), fios de lã, barbantes, revistas velhas, cola branca, tesoura sem ponta, lápis de cor e cera, tinta guachê, caixa de ovos, garrafas pet, fita adesiva tipo "crepe".
- atividade de rasgar: crianças pequenas gostam de rasgar papel e geralmente descobrimos isso quando um livro ou revista passou por suas mãos sem que nos déssemos conta. Sugiro que se tenha à mão aquelas que ela possa brincar sem problemas e deixe em local seguro os demais. Conversar que uns podem e outros não também completa a dica.
Gostava de sentar com meus pequenos e dar uma revista velha e dar para eles a revistas, rasgavam com muito prazer, cada vez em pedaços menores (só cuidem de evitar que coloquem na boca). Essa atividade simples ajuda no desenvolvimento da motricidade fina e permite que a criança possa fazer algo "proibido" num contexto livre para isso. Ela pode fazer bolinhas, colar numa folha - sem a preocupação estética adulta.
- desenho livre: crianças pequenas fazem desenhos com traços amplos. Utilizar folha padrão (A4) nem sempre dá conta do que elas querem de movimento. Para isso podemos colocar na parede ou no chão um grande pedaço de papel pardo. Na parede colamos com fita adesiva e mostramos que nesse espaço pode desenhar e nas outras partes da parede não (a não ser que se tenha reservado uma parede para tal e você permita).
Também podemos deixar uma calçada ou muro da casa para suas artes com tinta e giz ( crianças pequenas tendem a colocar na boca e o gosto é horrível). Prefira giz de cera de abelha (são retangulares), mas se não tiver, existem várias marcas com produtos atóxicos e de tamanhos grandes. Se for lápis de cor, tem modelos de espessura mais grossa para as crianças pequenas segurarem melhor. Elas ficarão orgulhosas de sua arte estar exposta na casa.
Materiais sugeridos: papel pardo, fita adesiva, giz de cera, lápis de cor, tinta guache.
- teatro de fantoches: as crianças adoram uma história contada pelos pais. Com um lençol qualquer fazemos o teatro e se não tiver fantoches, a solução é fazer os personagens de meias velhas - fica muito legal! Basta colocar a meia na mão e gesticular a boca com o polegar. Mais tarde você que receberá essa atração dos seus pequenos.
- bolhas de sabão: a boa e velha brincadeira ainda diverte muito. Os pequenos adoram estourar as bolhas e os que já sopram se divertem com suas produções voadoras.
- banho de banheira: simples e certo que vai agradar. Sempre olhando o bebê, pode-se encher uma banheira com água, espumas, brinquedos coloridos, potes etc. Escolha um local da casa que possa molhar sem problemas ou na sombra ao ar livre (consulte o pediatra para orientações sobre proteção solar).
- esconde-esconde de objetos: desde bebês, as crianças adoram a brincadeira de esconder. Começamos escondendo o rosto com uma fraldinha e perguntando o famoso "cedê" ? Elas ficam surpresas quando sumimos e reaparecemos. Isso ensina que mesmo sem nos ver, continuamos a existir. Quando crescem mais a brincadeira passa para esconder objetos embaixo de uma almofada. Maiores ainda, a brincadeira cresce também, podemos esconder brinquedos numa parte da casa e chamá-los a descobrir com o "tá quente ou tá frio".
Se tiverem mais sugestões, mande e-mail para apoiomaterno@gmail.com. E vamos postando aqui mais brincadeiras paras as férias. beijos e até mais.
E o que inventar em casa?
Algumas ideias, já experimentadas, para crianças de idades variadas.
- argila: crianças pequenas adoram fazer atividades de bater, furar, rasgar a massa; não espere um "Rodin" se seu filho ou filha for pequeno. O que eles gostam é manipular e conhecer a argila, poder colocar a sua força sem que provoque qualquer dano, eis o brinquedo ideial para isso.
Os maiores vão gostar de fazer objetos, bonecos, animais e ver sua obra apreciada.
Estimule a livre expressão, não existe certo ou errado, mostre que podem bater, furar, destruir -se quiserem - pois depois é só recomeçar de novo.
Materiais sugeridos: colher para furar, tesoura sem ponta (para aqueles que já estão acostumados a manipular, palitos de picolé, martelo de plástico ou madeira, um pote com água para amolecer e ajudar a moldar as formas.
- brinquedos de sucata: quando a criança ainda é pequena, podemos fazer um brinquedo de sucata para ela conhecer e descobrir essa nova possibilidade, mais tarde ela mesma fará sozinha, no começo com ajuda, depois pode desenvolver por conta própria - mesmo que goste da nossa companhia.
Ideias: caminhão de caixas com rodas de tampas de garrafas, móbiles de caixinhas pintadas ou objetos pequenos, ônibus de caixa de ovos, bonecos de embalagem de pet, casinha de caixas pequenas e grandes, cabaninha com caixas grandes (em lojas eles podem fornecer), carrinho de caixa de papelão para entrar (em supermercados)etc.
As cabanas e carros que a crianças pode entrar, é bem interessante a participação mesmo de crianças bem pequenas, que podem pintar , desenhar ou fazer colagens nas caixas para enfeitá-las. Brincadeira garantida !
Materiais sugeridos: caixas de papelão de diversos tamanhos, tampas de garrafas (cuidado se tiver criança pequena que pode colocar na boca e engolir), fios de lã, barbantes, revistas velhas, cola branca, tesoura sem ponta, lápis de cor e cera, tinta guachê, caixa de ovos, garrafas pet, fita adesiva tipo "crepe".
- atividade de rasgar: crianças pequenas gostam de rasgar papel e geralmente descobrimos isso quando um livro ou revista passou por suas mãos sem que nos déssemos conta. Sugiro que se tenha à mão aquelas que ela possa brincar sem problemas e deixe em local seguro os demais. Conversar que uns podem e outros não também completa a dica.
Gostava de sentar com meus pequenos e dar uma revista velha e dar para eles a revistas, rasgavam com muito prazer, cada vez em pedaços menores (só cuidem de evitar que coloquem na boca). Essa atividade simples ajuda no desenvolvimento da motricidade fina e permite que a criança possa fazer algo "proibido" num contexto livre para isso. Ela pode fazer bolinhas, colar numa folha - sem a preocupação estética adulta.
- desenho livre: crianças pequenas fazem desenhos com traços amplos. Utilizar folha padrão (A4) nem sempre dá conta do que elas querem de movimento. Para isso podemos colocar na parede ou no chão um grande pedaço de papel pardo. Na parede colamos com fita adesiva e mostramos que nesse espaço pode desenhar e nas outras partes da parede não (a não ser que se tenha reservado uma parede para tal e você permita).
Também podemos deixar uma calçada ou muro da casa para suas artes com tinta e giz ( crianças pequenas tendem a colocar na boca e o gosto é horrível). Prefira giz de cera de abelha (são retangulares), mas se não tiver, existem várias marcas com produtos atóxicos e de tamanhos grandes. Se for lápis de cor, tem modelos de espessura mais grossa para as crianças pequenas segurarem melhor. Elas ficarão orgulhosas de sua arte estar exposta na casa.
Materiais sugeridos: papel pardo, fita adesiva, giz de cera, lápis de cor, tinta guache.
- teatro de fantoches: as crianças adoram uma história contada pelos pais. Com um lençol qualquer fazemos o teatro e se não tiver fantoches, a solução é fazer os personagens de meias velhas - fica muito legal! Basta colocar a meia na mão e gesticular a boca com o polegar. Mais tarde você que receberá essa atração dos seus pequenos.
- bolhas de sabão: a boa e velha brincadeira ainda diverte muito. Os pequenos adoram estourar as bolhas e os que já sopram se divertem com suas produções voadoras.
- banho de banheira: simples e certo que vai agradar. Sempre olhando o bebê, pode-se encher uma banheira com água, espumas, brinquedos coloridos, potes etc. Escolha um local da casa que possa molhar sem problemas ou na sombra ao ar livre (consulte o pediatra para orientações sobre proteção solar).
- esconde-esconde de objetos: desde bebês, as crianças adoram a brincadeira de esconder. Começamos escondendo o rosto com uma fraldinha e perguntando o famoso "cedê" ? Elas ficam surpresas quando sumimos e reaparecemos. Isso ensina que mesmo sem nos ver, continuamos a existir. Quando crescem mais a brincadeira passa para esconder objetos embaixo de uma almofada. Maiores ainda, a brincadeira cresce também, podemos esconder brinquedos numa parte da casa e chamá-los a descobrir com o "tá quente ou tá frio".
Se tiverem mais sugestões, mande e-mail para apoiomaterno@gmail.com. E vamos postando aqui mais brincadeiras paras as férias. beijos e até mais.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Acompanhamento psicológico de apoio
Olá futuras mamães e recém-mamães,
Durante a gestação a vida da mulher começa uma mudança irreversível. Os corpo está em transformação, mesmo quando por fora os sinais ainda não aparecem. Agora, por dentro...hormônios a mil, seios doloridos, às vezes enjoos, e a cabeça?
Nem sempre a notícia da gravidez é uma alegria. Até quando se planejou, se desejou, quando se concretiza é um susto. Pode aparecer as dúvidas dessa decisão, os medos de como será o futuro do bebê, de como será como mãe e o parceiro como pai. Além de situações mais específicas, como a gravidez na adolescência ou num momento que não se tem apoio do pai do bebê, ou financeiro, ou ainda que não era bem isso que se desejava naquele momento.
Ainda pode aparecer conteúdos esquecidos, lembranças da infância, relação com a própria mãe e pai, que vão ganhando uma nova configuração neste momento. As emoções são novas, as expectativas são inúmeras.
Todas essas questões fazem parte do crescimento e amadurecimento da mulher, pensar e repensar durante os meses vão preparando para a chegada real do bebê. Algumas vezes pode ainda surgir a culpa de não estar inteiramente feliz com a gestação. Ainda bem que são meses de espera e é possível transformar tudo isso em apego e amor.
Para isso o atendimento psicológico de apoio durante a gestação é importante para se ter um espaço sem julgamento e com acolhimento. Momentos de soltar as dúvidas, as emoções num ambiente seguro e poder se fortalecer cada vez mais e se entregar para a nova estapa de vida.
Maiores informações: apoiomaterno@gmail.com
Local de atendimentos: Reverbera - ao lado do Shopping Iguatemi, Santa Mônica, Florianópolis/SC.
Juliana Sell
Durante a gestação a vida da mulher começa uma mudança irreversível. Os corpo está em transformação, mesmo quando por fora os sinais ainda não aparecem. Agora, por dentro...hormônios a mil, seios doloridos, às vezes enjoos, e a cabeça?
Nem sempre a notícia da gravidez é uma alegria. Até quando se planejou, se desejou, quando se concretiza é um susto. Pode aparecer as dúvidas dessa decisão, os medos de como será o futuro do bebê, de como será como mãe e o parceiro como pai. Além de situações mais específicas, como a gravidez na adolescência ou num momento que não se tem apoio do pai do bebê, ou financeiro, ou ainda que não era bem isso que se desejava naquele momento.
Ainda pode aparecer conteúdos esquecidos, lembranças da infância, relação com a própria mãe e pai, que vão ganhando uma nova configuração neste momento. As emoções são novas, as expectativas são inúmeras.
Todas essas questões fazem parte do crescimento e amadurecimento da mulher, pensar e repensar durante os meses vão preparando para a chegada real do bebê. Algumas vezes pode ainda surgir a culpa de não estar inteiramente feliz com a gestação. Ainda bem que são meses de espera e é possível transformar tudo isso em apego e amor.
Para isso o atendimento psicológico de apoio durante a gestação é importante para se ter um espaço sem julgamento e com acolhimento. Momentos de soltar as dúvidas, as emoções num ambiente seguro e poder se fortalecer cada vez mais e se entregar para a nova estapa de vida.
Maiores informações: apoiomaterno@gmail.com
Local de atendimentos: Reverbera - ao lado do Shopping Iguatemi, Santa Mônica, Florianópolis/SC.
Juliana Sell
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Convite para Grávidas e Mães com Bebês: Encontro aberto e gratuito Amamentação
“A amamentação ao seio é a própria essência do cuidado materno e o meio mais importante de imunizar o bebê contra o maior dos riscos emocionais, a ansiedade.” Margaret Ribble [Livro: Os direitos da Criança: As necessidades psicológicas iniciais e sua satisfação]
Dia 17 de dezembro de 2011, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
Favor confirmar presença pelo email ou telefone:
ana@mahadevi.com.br - (48) 96339930
www.mahadevi.com.br
apoiomaterno.blogspot.com/
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9163-6100
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
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Dia 17 de dezembro de 2011, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
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Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
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Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Encotro aberto e gratuito para gestantes/casais/familiares
Pós-Parto
Dia 26 de novembro de 2011, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
Favor confirmar presença pelo email ou telefone:
ana@mahadevi.com.br - (48) 96339930 - www.mahadevi.com.br
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
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Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9163-6100
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
Dia 26 de novembro de 2011, sábado às 10h, no Espaço Equilibrio
Knussen 80, Porto da Lagoa, Florianópolis-SC
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GAPP - Grupo apoiado pela Parto do Princípio
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ana@mahadevi.com.br - (48) 96339930 - www.mahadevi.com.br
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9163-6100
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
Violência contra mulher e pesquisa, por Ligia Moreira Sena
Existem formas de violência que vão além da força física e que, ainda assim, podem ser ainda mais agressivas, mais dominadoras, mais opressoras, pela sutileza com que se escondem no contexto institucional, nas relações sociais e nos significados simbólicos. É a ocorrência e a natureza de um desses tipos de violência, ou de práticas desrespeitosas, que ocorrem em instituições de saúde que queremos alcançar com esta pesquisa: a violência e o desrespeito vivido por mulheres em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Uma forma de violência que não é conscientizada como tal e que representa, de certa forma, um processo de dominação. Muitas vezes, atitudes de violência, desrespeito e maus tratos são observadas contra mulheres em trabalho de parto e parto sem ao menos que os profissionais de saúde percebam que estão agindo assim. São ações e condutas encaradas como “normais” e rotineiras. Essa violência pode ser expressa, de acordo com alguns pesquisadores, desde a negligência na assistência, discriminação social, violência verbal – tratamento grosseiro, ameaças, reprimendas, gritos, humilhação intencional – e violência física, até o abuso sexual. Outras pesquisas também incluem como um tipo de violência o uso inadequado de tecnologia, com intervenções e procedimentos muitas vezes sem a real indicação, resultando numa cascata de intervenções com potenciais riscos e sequelas, físicos ou emocionais.
Consideramos como formas de violência ou tratamento desrespeitoso, nesta pesquisa, todo e qualquer processo, de ordem física ou psicológica, que tenha ocorrido sem consentimento da mulher em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato; que tenha ocorrido de maneira abusiva; que tenha causado situação de embaraço ou constrangimento para a mulher; que represente intrusão de privacidade; que tenha representado ameaças de qualquer espécie proveniente do profissional da saúde e dirigido à parturiente e/ou seus acompanhantes; uso de relações de poder para impor práticas injustificadas; uso de palavras ofensivas e desrespeitosas ou de ironia e escárnio dirigidas à parturiente e/ou seus acompanhantes; e outras práticas que tenham sido problematizadas pelas mulheres que viveram situações de violência, desrespeito ou maus tratos e interpretadas como tais pelas mesmas.
Uma pesquisa realizada em 2010 revelou que uma em cada quatro brasileiras relata ter vivido situações de violência e desrespeito em seus partos. Nós queremos ouvir essas mulheres, conhecer os contextos desrespeitosos de parto que viveram, saber como isso foi interpretado por elas, sua percepção desta vivência. E vamos usar as ferramentas da internet para isso. As entrevistas serão feitas via comunicadores instantâneos da internet que permitam uma videochamada e se iniciarão no primeiro semestre de 2012. Acreditamos que a amplitude que a internet traz facilitará a participação de muitas mulheres, de diferentes locais, inclusive as que estão comprometidas com seus trabalhos ou filhos, ou os dois, que terão a liberdade de agendar as entrevistas de acordo com sua disponibilidade, sem ter que se deslocar a nenhum outro lugar.
O convite à participação na pesquisa será lançado a partir de 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres, estendendo-se durante todo o desenvolvimento desta pesquisa, que pretende se encerrar em 2015. Nesse convite, mulheres que tenham se sentido desrespeitadas em seus partos poderão inserir seus e-mails de contato e serão contatadas para que maiores informações sobre a pesquisa sejam fornecidas. A pesquisa faz parte do desenvolvimento do doutorado em Saúde Coletiva de Ligia Moreiras Sena, que está sendo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, no Departamento de Saúde Pública.
Ligia Moreiras Sena
(48) 9165-9797 / 9162-4514
Skype: ligia.m.sena
Twitter: @ligia_sena
Currículo Lattes
www.cientistaqueviroumae.com.br
www.bazarcoisasdemae.blogspot.com
Consideramos como formas de violência ou tratamento desrespeitoso, nesta pesquisa, todo e qualquer processo, de ordem física ou psicológica, que tenha ocorrido sem consentimento da mulher em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato; que tenha ocorrido de maneira abusiva; que tenha causado situação de embaraço ou constrangimento para a mulher; que represente intrusão de privacidade; que tenha representado ameaças de qualquer espécie proveniente do profissional da saúde e dirigido à parturiente e/ou seus acompanhantes; uso de relações de poder para impor práticas injustificadas; uso de palavras ofensivas e desrespeitosas ou de ironia e escárnio dirigidas à parturiente e/ou seus acompanhantes; e outras práticas que tenham sido problematizadas pelas mulheres que viveram situações de violência, desrespeito ou maus tratos e interpretadas como tais pelas mesmas.
Uma pesquisa realizada em 2010 revelou que uma em cada quatro brasileiras relata ter vivido situações de violência e desrespeito em seus partos. Nós queremos ouvir essas mulheres, conhecer os contextos desrespeitosos de parto que viveram, saber como isso foi interpretado por elas, sua percepção desta vivência. E vamos usar as ferramentas da internet para isso. As entrevistas serão feitas via comunicadores instantâneos da internet que permitam uma videochamada e se iniciarão no primeiro semestre de 2012. Acreditamos que a amplitude que a internet traz facilitará a participação de muitas mulheres, de diferentes locais, inclusive as que estão comprometidas com seus trabalhos ou filhos, ou os dois, que terão a liberdade de agendar as entrevistas de acordo com sua disponibilidade, sem ter que se deslocar a nenhum outro lugar.
O convite à participação na pesquisa será lançado a partir de 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres, estendendo-se durante todo o desenvolvimento desta pesquisa, que pretende se encerrar em 2015. Nesse convite, mulheres que tenham se sentido desrespeitadas em seus partos poderão inserir seus e-mails de contato e serão contatadas para que maiores informações sobre a pesquisa sejam fornecidas. A pesquisa faz parte do desenvolvimento do doutorado em Saúde Coletiva de Ligia Moreiras Sena, que está sendo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, no Departamento de Saúde Pública.
Ligia Moreiras Sena
(48) 9165-9797 / 9162-4514
Skype: ligia.m.sena
Twitter: @ligia_sena
Currículo Lattes
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Campanha do Blog Mamíferas: Violência contra mulher parindo (ou não deixar parir) NÃO
O Blog Mamíferas começou uma importante campanha contra a violência obstétrica contra a mulher. Lembrando que dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Violência contra Mulher.
E o que seria a violência obstétrica? Vamos pensar juntas. Sabe quando se chega numa maternidade e seus sentimentos são deixados de lado e um monte de rotinas, a maioria desnecessária, toma o foco e não a parturiente. Quando gritar - que é comprovado que alivia a dor - é chamado de "frescura ". Quando se houve na sala de partos o horror " quando fez não gritou, agora aguenta." E mais, a mulher é deixada sem acompanhante na maioria dos lugares e quando tem não é dado orientação alguma de como o mesmo pode ajudar a mulher e ela vai ficando cada vez mais assustada e sem apoio. Quando é colocado soro de ocitocina sem explicação dos efeitos, muitas vezes sem indicação ou pior sem permissão de quem receberá o tal. Mas fica pior, tem ainda (dá pra acreditar ??) a episiotomia, a única cirurgia que é feita sem permissão da pessoa operada. Sem contar que muitas maternidades não permitem que se tome água ou coma algum alimento leve, aguentem a fome e a sede!
E no pós-parto? Que tal ser deixada sem carinho, sem aquecimento, sem suporte emocional em seguida de tudo que a mulher passou? Ou ser retirado seu bebê sem mostrar para quem acabou de tê-lo. Ou ainda fazer vários procedimentos mecânicos num ser qua acabou de chegar e não deixá-lo cheirar a mãe, sentir seu carinho ?
Poderia inumerar mais um monte de outras violências, que começam no próprio pré-natal ou ainda falar mais da relação de poder exercidas pelos profissionais que intimidam a parturiente e seu acompanhante, fazendo-os sentirem-se inadequados, inconvenientes e ignorantes no requisito "parir". Mas vou ficar por aqui com esse breve protesto e a esperança que muitas pessoas comecem a repensar nas práticas obstétricas e mulheres e homens percebam que podem e devem sim exigir seus direitos hoje e já !
Dica: http://www.mamiferas.com/blog/2011/11/violencia-contra-mulher-parindo-ou-nao-deixar-parir-nao.html
E o que seria a violência obstétrica? Vamos pensar juntas. Sabe quando se chega numa maternidade e seus sentimentos são deixados de lado e um monte de rotinas, a maioria desnecessária, toma o foco e não a parturiente. Quando gritar - que é comprovado que alivia a dor - é chamado de "frescura ". Quando se houve na sala de partos o horror " quando fez não gritou, agora aguenta." E mais, a mulher é deixada sem acompanhante na maioria dos lugares e quando tem não é dado orientação alguma de como o mesmo pode ajudar a mulher e ela vai ficando cada vez mais assustada e sem apoio. Quando é colocado soro de ocitocina sem explicação dos efeitos, muitas vezes sem indicação ou pior sem permissão de quem receberá o tal. Mas fica pior, tem ainda (dá pra acreditar ??) a episiotomia, a única cirurgia que é feita sem permissão da pessoa operada. Sem contar que muitas maternidades não permitem que se tome água ou coma algum alimento leve, aguentem a fome e a sede!
E no pós-parto? Que tal ser deixada sem carinho, sem aquecimento, sem suporte emocional em seguida de tudo que a mulher passou? Ou ser retirado seu bebê sem mostrar para quem acabou de tê-lo. Ou ainda fazer vários procedimentos mecânicos num ser qua acabou de chegar e não deixá-lo cheirar a mãe, sentir seu carinho ?
Poderia inumerar mais um monte de outras violências, que começam no próprio pré-natal ou ainda falar mais da relação de poder exercidas pelos profissionais que intimidam a parturiente e seu acompanhante, fazendo-os sentirem-se inadequados, inconvenientes e ignorantes no requisito "parir". Mas vou ficar por aqui com esse breve protesto e a esperança que muitas pessoas comecem a repensar nas práticas obstétricas e mulheres e homens percebam que podem e devem sim exigir seus direitos hoje e já !
Dica: http://www.mamiferas.com/blog/2011/11/violencia-contra-mulher-parindo-ou-nao-deixar-parir-nao.html
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Novo Endereço
Olá,
Estou em novo endereço para atendimentos de acompanhamento de gestantes/casal e recém-mamães.
Serviços: atendimento psicológico na gestação e pós-parto
preparação para o parto (dentro do enfoque emocional e prático, posturas, apoio familiar, etc)
orientação para aleitamento materno
acolhimento das dúvidas e questões relacionadas à gestação e pós-parto, nova família, cuidados com o bebê, trazendo informações e suporte emocional.
Endereço: Reverbera - ao lado do Shopping Iguatemi em Florianópolis.
Contato: apoiomaterno@gmail.com
Grande beijo, até breve !
Estou em novo endereço para atendimentos de acompanhamento de gestantes/casal e recém-mamães.
Serviços: atendimento psicológico na gestação e pós-parto
preparação para o parto (dentro do enfoque emocional e prático, posturas, apoio familiar, etc)
orientação para aleitamento materno
acolhimento das dúvidas e questões relacionadas à gestação e pós-parto, nova família, cuidados com o bebê, trazendo informações e suporte emocional.
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Grande beijo, até breve !
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
"Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem apresender brincando livremente" - artigo
Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem aprender brincando livremente, longe das telas. É o que a Academia Americana de Pediatria recomenda
Divulgada nesta terça-feira a nova recomendação da Academia Americana de Pediatria (AAP) para que crianças abaixo de 2 anos de idade não fiquem diante de telas de TVs, tablets, celulares, computadores, etc. Para compreender melhor o mundo, elas precisam aprender brincando livremente, interagindo com outras pessoas ou se divertindo sozinhas.
A tentação para entreter bebês1 e crianças em mídias eletrônicas é cada vez mais presente, com telas cercando todos os cômodos da casa, carro, lojas, etc. As novas recomendações da Academia Americana de Pediatria diz que há melhores maneiras de ajudar as crianças a se desenvolverem nesta idade crítica do desenvolvimento infantil. Em uma pesquisa recente, 90% dos pais disseram que crianças abaixo de 2 anos utilizam alguma forma de mídia eletrônica. Em média, assistem a uma ou duas horas de TV por dia. Na idade de 3 anos, quase um terço das crianças têm uma TV em seu quarto de dormir. Os pais que acreditam que programas educativos na TV “são muito importantes” para o desenvolvimento têm duas vezes mais chance de ligar o aparelho durante a maioria do tempo todos os dias.
A diretiva da AAP “Media Use by Children Younger Than Two Years” foi divulgada nesta terça, 18 de outubro de 2011, no AAP National Conference & Exhibition, em Boston, e será publicada pelo periódico Pediatrics em novembro.
A AAP havia divulgado, em 1999, uma orientação que dizia que crianças até 2 anos de idade não deveriam assistir TV. Na época, existiam dados limitados sobre o assunto, mas a AAP acreditava que havia mais efeitos potencialmente negativos do que positivos da exposição à mídia eletrônica nesta faixa etária. Dados mais recentes confirmam esta possibilidade e a AAP manteve a recomendação para manter as crianças com idade inferior a 2 anos longe das telas o maior tempo possível.
Hoje se conhece melhor o desenvolvimento do cérebro das crianças neste estágio precoce da vida, as melhores maneiras de ajudá-los a aprender e os efeitos que os vários tipos de estimulação e atividades têm sobre esse processo.
"As preocupações levantadas na diretiva da AAP são ainda mais relevantes agora, o que levou a desenvolver uma orientação mais abrangente em torno dessa faixa etária", disse o Dr. Brown, membro do AAP Council on Communications and Media.
O relatório se propôs a responder duas perguntas:
1. Vídeos e programas de televisão têm algum valor educativo para crianças menores de 2 anos?
2. Existe algum prejuízo para as crianças desta idade que assistem a esses programas?
Muitos programas em vídeos para bebês1 e crianças são comercializados como sendo “educativos”, mas não há evidências que suportam esta afirmação. Programas de qualidade são educativos para crianças apenas quando elas compreendem o contexto e o conteúdo do vídeo exibido. Os estudos mostram que crianças acima de 2 anos são capazes de ter esta compreensão.
Tempo de brincadeira livre, sem regras ou planos estruturados, são mais valiosos para o desenvolvimento cerebral do que o uso da mídia eletrônica. As crianças aprendem a pensar com criatividade, resolver problemas, desenvolver suas habilidades de raciocínio e de motricidade em idades precoces através de brincadeiras não estruturadas e desconectadas. O tempo de brincadeira livre também as ensina como se entreter sozinhas.
Crianças pequenas aprender melhor com a interação com outras pessoas e não com as telas. Elas têm necessidade de interagir com outros seres humanos.
Qualquer efeito positivo da televisão para bebês1 e crianças ainda está em questão, mas os benefícios da interação entre pais e filhos já estão provados. Abaixo de dois anos, conversar, cantar, ler, ouvir músicas ou brincar livremente são muito mais importantes para o desenvolvimento infantil do que qualquer programa de televisão.
Os pais que assistem aos vídeos com seus filhos podem colaborar para melhorar a compreensão das crianças, mas elas aprendem mais quando assistem apresentações ao vivo (como teatros) do que em programas televisionados.
Quando os pais estão assistindo seus próprios programas no mesmo ambiente das crianças, a chamada “mídia de fundo” pode distrair e diminuir a interação dos pais com a criança. Esta presença pode interferir no aprendizado de jogos e outras atividades.
Ver televisão na cama pode levar a maus hábitos de sono e horários irregulares, o que pode afetar o humor, o comportamento e o aprendizado dos pequenos.
Crianças jovens com excesso de exposição à mídia eletrônica podem correr o risco de atrasos no desenvolvimento da linguagem quando entram na escola. No entanto, mais pesquisas são necessárias para entender as razões desses atrasos.
O relatório recomenda que os pais ou pessoas que cuidam de crianças:
* Estabeleçam limites de tempo para a exposição a mídias eletrônicas para crianças com menos de dois anos de idade, tendo em mente que a AAP desencoraja o uso deste tipo de atividade para esta faixa etária. Os pais que optarem pelo uso deste tipo de distração para seus filhos, devem ter uma estratégia de gerenciamento de tal atividade.
* Ao invés de telas, optem por brincadeiras livres supervisionadas para bebês1 e crianças jovens durante o tempo em que os pais não podem se sentar para participar ativamente das brincadeiras. Por exemplo, ofereçam blocos de montar e coloque-os no chão nas proximidades para que as crianças brinquem, enquanto os pais realizam tarefas domésticas, etc.
* Evitem colocar televisão no quarto de dormir da criança.
* Reconheçam que a utilização de mídia eletrônica pelos pais pode ter efeitos negativos nas crianças.
O relatório também recomenda mais pesquisas sobre os efeitos em longo prazo da exposição precoce à mídia eletrônica na saúde física, mental e social futura das crianças.
De acordo com o Dr. Brown, “o melhor a fazer para as crianças jovens é lhes dar a chance de brincar livremente, com os pais ou sozinhas. As crianças precisam disso para entender como o mundo funciona.”
Fonte: Academia Americana de Pediatria (AAP)
NEWS.MED.BR, 2011. Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem aprender brincando livremente, longe das telas. É o que a Academia Americana de Pediatria recomenda. Disponível em:. Acesso em: 20 out. 2011.
Divulgada nesta terça-feira a nova recomendação da Academia Americana de Pediatria (AAP) para que crianças abaixo de 2 anos de idade não fiquem diante de telas de TVs, tablets, celulares, computadores, etc. Para compreender melhor o mundo, elas precisam aprender brincando livremente, interagindo com outras pessoas ou se divertindo sozinhas.
A tentação para entreter bebês1 e crianças em mídias eletrônicas é cada vez mais presente, com telas cercando todos os cômodos da casa, carro, lojas, etc. As novas recomendações da Academia Americana de Pediatria diz que há melhores maneiras de ajudar as crianças a se desenvolverem nesta idade crítica do desenvolvimento infantil. Em uma pesquisa recente, 90% dos pais disseram que crianças abaixo de 2 anos utilizam alguma forma de mídia eletrônica. Em média, assistem a uma ou duas horas de TV por dia. Na idade de 3 anos, quase um terço das crianças têm uma TV em seu quarto de dormir. Os pais que acreditam que programas educativos na TV “são muito importantes” para o desenvolvimento têm duas vezes mais chance de ligar o aparelho durante a maioria do tempo todos os dias.
A diretiva da AAP “Media Use by Children Younger Than Two Years” foi divulgada nesta terça, 18 de outubro de 2011, no AAP National Conference & Exhibition, em Boston, e será publicada pelo periódico Pediatrics em novembro.
A AAP havia divulgado, em 1999, uma orientação que dizia que crianças até 2 anos de idade não deveriam assistir TV. Na época, existiam dados limitados sobre o assunto, mas a AAP acreditava que havia mais efeitos potencialmente negativos do que positivos da exposição à mídia eletrônica nesta faixa etária. Dados mais recentes confirmam esta possibilidade e a AAP manteve a recomendação para manter as crianças com idade inferior a 2 anos longe das telas o maior tempo possível.
Hoje se conhece melhor o desenvolvimento do cérebro das crianças neste estágio precoce da vida, as melhores maneiras de ajudá-los a aprender e os efeitos que os vários tipos de estimulação e atividades têm sobre esse processo.
"As preocupações levantadas na diretiva da AAP são ainda mais relevantes agora, o que levou a desenvolver uma orientação mais abrangente em torno dessa faixa etária", disse o Dr. Brown, membro do AAP Council on Communications and Media.
O relatório se propôs a responder duas perguntas:
1. Vídeos e programas de televisão têm algum valor educativo para crianças menores de 2 anos?
2. Existe algum prejuízo para as crianças desta idade que assistem a esses programas?
Muitos programas em vídeos para bebês1 e crianças são comercializados como sendo “educativos”, mas não há evidências que suportam esta afirmação. Programas de qualidade são educativos para crianças apenas quando elas compreendem o contexto e o conteúdo do vídeo exibido. Os estudos mostram que crianças acima de 2 anos são capazes de ter esta compreensão.
Tempo de brincadeira livre, sem regras ou planos estruturados, são mais valiosos para o desenvolvimento cerebral do que o uso da mídia eletrônica. As crianças aprendem a pensar com criatividade, resolver problemas, desenvolver suas habilidades de raciocínio e de motricidade em idades precoces através de brincadeiras não estruturadas e desconectadas. O tempo de brincadeira livre também as ensina como se entreter sozinhas.
Crianças pequenas aprender melhor com a interação com outras pessoas e não com as telas. Elas têm necessidade de interagir com outros seres humanos.
Qualquer efeito positivo da televisão para bebês1 e crianças ainda está em questão, mas os benefícios da interação entre pais e filhos já estão provados. Abaixo de dois anos, conversar, cantar, ler, ouvir músicas ou brincar livremente são muito mais importantes para o desenvolvimento infantil do que qualquer programa de televisão.
Os pais que assistem aos vídeos com seus filhos podem colaborar para melhorar a compreensão das crianças, mas elas aprendem mais quando assistem apresentações ao vivo (como teatros) do que em programas televisionados.
Quando os pais estão assistindo seus próprios programas no mesmo ambiente das crianças, a chamada “mídia de fundo” pode distrair e diminuir a interação dos pais com a criança. Esta presença pode interferir no aprendizado de jogos e outras atividades.
Ver televisão na cama pode levar a maus hábitos de sono e horários irregulares, o que pode afetar o humor, o comportamento e o aprendizado dos pequenos.
Crianças jovens com excesso de exposição à mídia eletrônica podem correr o risco de atrasos no desenvolvimento da linguagem quando entram na escola. No entanto, mais pesquisas são necessárias para entender as razões desses atrasos.
O relatório recomenda que os pais ou pessoas que cuidam de crianças:
* Estabeleçam limites de tempo para a exposição a mídias eletrônicas para crianças com menos de dois anos de idade, tendo em mente que a AAP desencoraja o uso deste tipo de atividade para esta faixa etária. Os pais que optarem pelo uso deste tipo de distração para seus filhos, devem ter uma estratégia de gerenciamento de tal atividade.
* Ao invés de telas, optem por brincadeiras livres supervisionadas para bebês1 e crianças jovens durante o tempo em que os pais não podem se sentar para participar ativamente das brincadeiras. Por exemplo, ofereçam blocos de montar e coloque-os no chão nas proximidades para que as crianças brinquem, enquanto os pais realizam tarefas domésticas, etc.
* Evitem colocar televisão no quarto de dormir da criança.
* Reconheçam que a utilização de mídia eletrônica pelos pais pode ter efeitos negativos nas crianças.
O relatório também recomenda mais pesquisas sobre os efeitos em longo prazo da exposição precoce à mídia eletrônica na saúde física, mental e social futura das crianças.
De acordo com o Dr. Brown, “o melhor a fazer para as crianças jovens é lhes dar a chance de brincar livremente, com os pais ou sozinhas. As crianças precisam disso para entender como o mundo funciona.”
Fonte: Academia Americana de Pediatria (AAP)
NEWS.MED.BR, 2011. Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem aprender brincando livremente, longe das telas. É o que a Academia Americana de Pediatria recomenda. Disponível em:
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
ENCONTRO ABERTO E GRATUITO DE GESTANTES E CASAIS GRÁVIDOS
Promovendo a Saúde Integral da Gestação ao Pós Parto
MITOS E FATOS SOBRE PARTO
Tudo o que ouvimos falar e acreditamos ser verdade terá influência sobre nossas ações e nossas escolhas. Por isto a reflexão, a busca por novas informações e a capacidade de escolher como vai dar à luz ao seu bebê, indo além daquilo que está posto como verdade é uma atitude inteligente, madura e corajosa.
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP: Grupo apoiado pela Parto do Princípio (www.partodoprincipio.com.br)
Quando: 3 de setembro – sábado – às 10h
A quem se destina: Grávidas e casais grávidos
Onde: Espaço Equilíbrio, Serv. Knussen 80 – Porto da Lagoa – Florianópolis
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9163-6100
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
MITOS E FATOS SOBRE PARTO
Tudo o que ouvimos falar e acreditamos ser verdade terá influência sobre nossas ações e nossas escolhas. Por isto a reflexão, a busca por novas informações e a capacidade de escolher como vai dar à luz ao seu bebê, indo além daquilo que está posto como verdade é uma atitude inteligente, madura e corajosa.
Venha participar deste encontro de troca, informação e apoio.
GAPP: Grupo apoiado pela Parto do Princípio (www.partodoprincipio.com.br)
Quando: 3 de setembro – sábado – às 10h
A quem se destina: Grávidas e casais grávidos
Onde: Espaço Equilíbrio, Serv. Knussen 80 – Porto da Lagoa – Florianópolis
Coordenação e Contatos:
Ana Trevisan: trevisan_ana@yahoo.com.br / (48) 3334 3201 / 9633 9930
Psicóloga CRP 12-07125 - Pós graduação em Gestalt Terapia e Psicologia Clínica (Em Formação)
Cursos na área materno infantil: Ando (Associação Nacional de Doulas) e Michel Odent
Atuação também como prof de yoga para gestantes, casais grávidos e mães com bebês.
Juliana Sell: apoiomaterno@gmail.com / (48) 9163-6100
Psicóloga CRP 12- 12/01131 - Gestalt Terapeuta
Pós graduada em Psicossomática e Psicoterapia de Grupo na Abordagem Gestáltica
Cursos: GAMA-SP, Aleitamento Materno (HU, Maternidade Carmela Dutra), Amigas do Parto, Michel Odent.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Preparação para a maternidade
Olá,
O que é preparação para a maternidade? Encontramos cursos que preparam para o aleitamento, para o parto e tantas outras situações, mas algum nos prepara para sesr mãe ou pai?
Talvez não exista conteúdos únicos para um curso de mães/pais, mas podemos pensar sim numa preparação emocional e prática dessa nova etapa da vida.
Através de questionamentos de como era seu pai e sua mãe, o que imagina que será com o filho, levantar os mitos sobre o amor e sentimentos diversos na relação, falar sobre as expectativas e medos. Além disso saber como cada idade se manifesta e suas necessidades, a fim de saber colocar os limites e dar a atenção de maneira não atropelar o desenvolvimento da criança, impondo regras às vezes duras demais antes da hora. Um exemplo é sobre deixar ou não um bebê chorar ou se pode ou não dar colo para "não fica mal acostumado". Dúvidas que surgem e que serão inundadas de palpites e controvérsias de livros e profissionais.
Na minha opinião, fundamentada na minha história profissional e pessoal, não se deixa um bebê chorar porque ele não tem ainda o aparato emocional desenvolvido para suportar frustações, diferente de quando estiver mais velho. E dar atenção aos seus sentimento desde cedo dá a oportunidade de ensinar sobre segurança e afeto.
Mas numa preparação há um misto de informações com questionamentos dos futuros pais, para que possam escolher com mais consciência o que esperam e pensam sobre educação, limites e cuidados com seu bebê.
Para maiores informações sobre este serviço, entrar em contato através do : apoiomaterno@gmail.com
Abraços!
O que é preparação para a maternidade? Encontramos cursos que preparam para o aleitamento, para o parto e tantas outras situações, mas algum nos prepara para sesr mãe ou pai?
Talvez não exista conteúdos únicos para um curso de mães/pais, mas podemos pensar sim numa preparação emocional e prática dessa nova etapa da vida.
Através de questionamentos de como era seu pai e sua mãe, o que imagina que será com o filho, levantar os mitos sobre o amor e sentimentos diversos na relação, falar sobre as expectativas e medos. Além disso saber como cada idade se manifesta e suas necessidades, a fim de saber colocar os limites e dar a atenção de maneira não atropelar o desenvolvimento da criança, impondo regras às vezes duras demais antes da hora. Um exemplo é sobre deixar ou não um bebê chorar ou se pode ou não dar colo para "não fica mal acostumado". Dúvidas que surgem e que serão inundadas de palpites e controvérsias de livros e profissionais.
Na minha opinião, fundamentada na minha história profissional e pessoal, não se deixa um bebê chorar porque ele não tem ainda o aparato emocional desenvolvido para suportar frustações, diferente de quando estiver mais velho. E dar atenção aos seus sentimento desde cedo dá a oportunidade de ensinar sobre segurança e afeto.
Mas numa preparação há um misto de informações com questionamentos dos futuros pais, para que possam escolher com mais consciência o que esperam e pensam sobre educação, limites e cuidados com seu bebê.
Para maiores informações sobre este serviço, entrar em contato através do : apoiomaterno@gmail.com
Abraços!
Como cuidar do bebê
Olá,
Quando falamos de cursos de preparação de gestantes ou casais grávidos pensamos em vários temas: aleitamento materno, parto, pós-parto, cuidados com o bebê e assim por diante.
Geralmente pensamos em como nos preparamos par ao parto, que tipo de exercícios são necessários, de sabermos trocar fraldas, dar banho, cortar as unhas...mas será que nos precupamos em como cuidar da saúde emocional do bebê?
Hoje a literatura apresenta muitos livros, que tentarei não escrever o nome por questões éticas, que ensinam como "adestrar" os pequenos desde cedo. Sugerem que um bebê aprenda a dormir uma noite inteira, que não mostre suas necessidades emocionais ou físicas, que suporte chorar sozinho sem ganhar colo ou carinhos, que aprenda a "obeceder" mesmo antes de aprender a falar ou andar.
Será que é isso que queremos para nossos filhotes? Claro que um dia vão precisar dormir uma noite inteira e quanto antes o fizerem melhor para eles e para os pais, claro que obedecer é interessante, menos conflitos e tal. Mas precisamos estar atentos em que idade e de que forma vamos colocar esses limites. Não basta ler um livro e colocar em prática uma rotina e suportar por dias um bebê chorando sem atendê-lo em seguida. É antes de mais nada, ter alguma noção de desenvolvimento infantil ou , nomínimo, ter bom senso, para entender que cada idade tem sua forma de expressão e uma forma distinta de educação.
Um bebê não sabe falar ou ir buscar seu conforto sozinho, então chora. O filho de 9 anos sabe falar e ir na cozinha buscar um alimento ou ao banheiro sem precisar de ajuda. Tratar um bebê da mesma forma como se trata uma criança maior, este é o erro. Antes de começar o ensino de limites, muito importante para a vida inteira de qualquer pessoa. é necessário criar a atmosfera de confiança no mundo, nos pais, na vida. Chorar e ser acolhido, querer algo e receber. Aos poucos a transição é feita, uns dias fazemos melhor outros pior, mas é uma caminhada que aprendemos a cada dia.
O importante é saber diferenciar o que é limite para uma idade e sofrimento para outra.
Beijos !
Quando falamos de cursos de preparação de gestantes ou casais grávidos pensamos em vários temas: aleitamento materno, parto, pós-parto, cuidados com o bebê e assim por diante.
Geralmente pensamos em como nos preparamos par ao parto, que tipo de exercícios são necessários, de sabermos trocar fraldas, dar banho, cortar as unhas...mas será que nos precupamos em como cuidar da saúde emocional do bebê?
Hoje a literatura apresenta muitos livros, que tentarei não escrever o nome por questões éticas, que ensinam como "adestrar" os pequenos desde cedo. Sugerem que um bebê aprenda a dormir uma noite inteira, que não mostre suas necessidades emocionais ou físicas, que suporte chorar sozinho sem ganhar colo ou carinhos, que aprenda a "obeceder" mesmo antes de aprender a falar ou andar.
Será que é isso que queremos para nossos filhotes? Claro que um dia vão precisar dormir uma noite inteira e quanto antes o fizerem melhor para eles e para os pais, claro que obedecer é interessante, menos conflitos e tal. Mas precisamos estar atentos em que idade e de que forma vamos colocar esses limites. Não basta ler um livro e colocar em prática uma rotina e suportar por dias um bebê chorando sem atendê-lo em seguida. É antes de mais nada, ter alguma noção de desenvolvimento infantil ou , nomínimo, ter bom senso, para entender que cada idade tem sua forma de expressão e uma forma distinta de educação.
Um bebê não sabe falar ou ir buscar seu conforto sozinho, então chora. O filho de 9 anos sabe falar e ir na cozinha buscar um alimento ou ao banheiro sem precisar de ajuda. Tratar um bebê da mesma forma como se trata uma criança maior, este é o erro. Antes de começar o ensino de limites, muito importante para a vida inteira de qualquer pessoa. é necessário criar a atmosfera de confiança no mundo, nos pais, na vida. Chorar e ser acolhido, querer algo e receber. Aos poucos a transição é feita, uns dias fazemos melhor outros pior, mas é uma caminhada que aprendemos a cada dia.
O importante é saber diferenciar o que é limite para uma idade e sofrimento para outra.
Beijos !
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